Tears in the rain…

David Carradine deu os cinco passos, “abandonando voluntariamente a existência física” (frase genial de um professor de yoga de um amigo meu, quase três décadas atrás). Particularmente, sou de opinião que ele foi o ponto fraco de Kill Bill: tivesse sido Warren Beatty a fazer o papel, a natureza de sedutor de Bill seria mais explícita. Também faria mais sentido Bill como o irmão de Michael Madsen.

Me lembro de Kung Fu quando era criança, uma das séries mais icônicas que a TV já produziu. Me lembro de O Ovo da Serpente, talvez o mais assistível dos filmes a cores de Bergman. Jules Winnfield não vai mais encontrar com ele…

Enquanto isso, Rudyard e Zé Rodrix dão um longo passeio, amigos, a cabeça de Dravot a guiá-los.

8 Respostas to “Tears in the rain…”

  1. Bill is dead « A VOLTA DOS QUE NÃO FORAM Says:

    […] pode até achar que ele não era o cara certo pra fazer o papel do Bill (o Samurai, por exemplo, disse que o Warren Beatty teria dado mais charme ao […]

  2. João da Luz Says:

    Acho que o Tarantino se pegou na imagem do Kung Fu da TV para o Kill Bill. Só isto.
    E no Ovo da Serpente, era o mesmo personagem da tv que estava lá.

    Legal esse negócio dos cinco passos.
    Mas na idade dele e com a grana dele, para fazer o que ele fez, só com uma enfermeira peituda e gostosa para ajudar nos procedimentos e um desfibrilador do lado da cama.

  3. samurainoutono Says:

    Bem meu caro João, nem esse risco eu correria.
    Mas estando ele na Tailândia, é quase impensável não ter ajuda local no procedimento. Ars Erotica é o que não falta lá.

    Concordo que Carradine tinha basicamente um personagem.

  4. Pietro Says:

    Ou como diriam os Jedis, David Carradine decidiu “tornar-se um com a Força”.

  5. Luciano Says:

    O destino é irônico. Um ícone do ascetismo oriental, nosso popular gafanhoto, morre nas cordas da bandalheira oriental. Como diria o Millor, saiu da História para cair na vida.

  6. zeca Says:

    David Carradine era cool, mas eu gostava mais do pai dele, o John Carradine, que estrelou dezenas de filmes B de terror. Vi na semana passada um malicioso episódio da série Night Gallery do Rod Serling (aqui no Brasil foi apresentada como Galeria do Terror) estrelado pelo John Carradine, chamado The Big Surprise. O episódio (cujo final surpreendente sugere que o personagem do John pode ser um pedófilo assassino) foi escrito pelo Richard Matheson, autor de I am Legend (conto que já rendeu três filmes), do roteiro de Duel (Encurralado, telefilme dirigido pelo Spielberg) e dos dois primeiros episódios da série Kolchak (lembram dessa?)

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