A aposta do Soros

Uma das coisas que aprendi ao longo dos anos é que operações financeiras sempre podem ter catches invisíveis a quem vê notícias de jornal. Na sequência da máquina que faz ping de “O sentido da vida“, há quem ria da inutilidade da máquina. Eu rio do arranjo contábil. Uma vez me explicaram uma operação daquelas que resultou num belo prejuizo como a parte de inversão de capital sendo na verdade de renda fixa (ela tinha uma opção associada) e a parte de debêntures sendo a de renda variável (eram conversíveis). Inovação financeira. Máquinas que fazem PING!

Isto dito, almoçando semana passada com um amigo meu que entende uns pormenores do mercado que usualmente passam ao largo dos olhos do público – e não falo aqui de inside: falo simplesmente de se dar ao trabalho de olhar os detalhes de balanço – comentou ele que, ao que parece, a tão badalada operação do Soros com Petrobrás teria uma contrapartida em aplicações no mercado futuro em Nova Iorque. Não há certeza, mas a fumaça parece ser de boa qualidade.

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