Cinismo e conivência (1)

A versão oficial, usada no Bom Dia Brasil, e que está retratada neste post do Noblat, é o despreparo. Despreparo é da imprensa, isso sim. Aquilo não foi falha ou inexperiência no uso de equipamento. Aquilo não falta de treinamento. Aquilo foi uma chacina, uma execução extra-judicial.

Para quem não sabe ou não quer perceber, o aparato de segurança do Estado do Rio hoje é um braço armado de uma facção criminosa em guerra contra os outros comandos. Isso é claro nesta chacina, é claro no caso dos garotos entregues pelo exército. Mas a imprensa não quer ver.

Uma resposta to “Cinismo e conivência (1)”

  1. Reflexivo Says:

    Muito bom ponto, Samurai. As forças policiais do Rio de Janeiro não podem mais ser entendidas como um problema de administração pública: são uma questão de análise militar, posta sob a dinâmica de um cenário com ‘war lords”. Há teorias sobre isso, como vc bem sabe.

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