Anos atrás aprendi com meu amigo José que quando alguém queria fazer uma bandalha – tramar uma revolução, trair a esposa, aparecer de forma canastrona num medíocre Kubrick - no século XIX, Budapeste era o lugar para onde se dirigir para realizar a empreitada. Agora a bandalha é em casa: um “ato institucional” foi aprovado pelo legislativo.
A Europa conhece seu Fujimori, o Fidesz. Resta saber se terão a pusilaminidade que tiveram os Clintons e FhCs de plantão da América dos 90.