Para muitos, Bil Gates é o mal. Para mim, Bill Gates é um grande sujeito que trouxe a comoditificação do computador. Não me interessa se a solução B ou C teria sido melhor: o fato de que um padrão existe e que as pessoas não estão sendo barradas a produzir naquele padrão torna o mundo muito mais eficiente em termos de escala de produção. Entre um bonsai na mão de Brian Arthur e uma floresta, fico com a floresta.
Mas vamos ao caso: o carro elétrico. A questão que se coloca para a generalização do carro elétrico é o seu curto alcance. No entanto, essa noção de alcance parte da premissa que o carro elétrico deverá ser reabastecido como um automóvel. Mas suponhamos que o carro elétrico, ao invés de ser simplesmente reabastecido numa tomada, possa trocar de bateria? As pessoas trocam o bujão de gás ao invés de enchê-lo, por exemplo.
Isso permitiria grandes ganhos de eficiência na reciclagem de baterias, na adoção de modelos novos e mais eficientes, na entrada de novos produtores com preços mais competitivos.
O que impede? Basicamente, o fato de que trocar as baterias seria uma operação complexa. Mas e se os carros seguirem um padrão em que as baterias estejam na mesma posição de fácil troca? E se você puder chegar num posto e em 2 minutos trocar suas baterias por outras carregadas e continuar sua trip na route 66?
Maio 13, 2009 às 4:46 pm |
olha, acho que você se enganou de personalidade.
Maio 18, 2009 às 3:37 pm |
Quantos postos de gasolina existem na Route 66?
Pelo menos os postos poderão produzir seu próprio combustível. Pelo menos na Route 66, creio eu.