Esse é um ponto que pretendo desenvolver mais no futuro, vai por enquanto o primeiro registro.
No longo século XXI o estado tomará para si funções crescentes de condução da economia. Seja assumindo os alfas/windfalls de recursos naturais e/ou institucionais, seja como agente concentrador e/ou formador de poupança. Não é o estatismo do estado controlando a economia como um todo, mas controlando aquelas operações em que o risco, o ritmo, a repercussão sejam por demais grandes.
Os fundos soberanos, as agências oficiais de crédito: as instituições desse mundo futuro.
O que mais mudará? A princípio, o sistema de patentes, geração de alfa/renda ricardiana por meio de legislação sob o argumento de que isso leva à inovação. Not any more, Austin, como mostra a criação de um hedge fund de inovação.
Mas mais mudanças, creio, virão, e sobre elas pretendo manter uma conversação aqui.
Por enquanto é